Cada história começa muito antes do clique.
Tem casais que a gente fotografa. E tem casais que a gente sente.
Nayme e Renan riram a cerimônia inteira. Riram de nervoso, de amor e daquela felicidade que escapa quando a gente percebe que está exatamente onde deveria estar.
Entre o frio na barriga e a gargalhada, o casamento foi acontecendo sem precisar ser conduzido. Os olhares, as mãos que se procuravam e a emoção que mudava de forma a cada instante construíram uma história leve, intensa e profundamente verdadeira.
No Le Jardin, a celebração atravessou o jardim, os abraços e uma pista vivida sem reservas. Sem transformar o dia em encenação, cada fotografia encontrou espaço nos segundos que aconteciam entre os grandes momentos.
Porque um casamento não é apenas um evento. É um marco. E marcos pedem presença suficiente para atravessar o tempo.
Foi assim com Nayme e Renan: um sim vivido por inteiro — daqueles que, daqui a muitos anos, ainda serão capazes de fazer o coração bater do mesmo jeito.




































































































